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 TUDO O QUE NÃO É EXPRIMIDO ESTÁ IMPRESSO NO CORPO.


A DOENÇA PARA ME TRATAR !

Entrevista

Bom dia,  Jean-Pierre Pantaléo o que faz exactamente ?

J-P Pantaléo: Eu sou Psico-Bio-Terapeuta especializado na descodificação dos sintomas e das doenças.

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Un Psico-Bio terapeuta que descodifica os sintomas e as doenças consiste exactamente em quê?

J-P Pantaléo: trata-se de um terapeuta que harmoniza o psicológico e biológico. Vem complementar a medicina alopática ao criar um espaço que permita ao paciente expressar as suas percepções e compreender biologicamente o que lhe aconteceu.

Mais especificamente, para que um sintoma ou uma doença se manifeste, teve de  existir um choque emocional muito importante (é frequentemente a acumulação de emoções não expressas durante anos) que o nosso inconsciente ocultou ou não conhece e que o nosso pensamento não consegue gerir. Assim, o órgão correspondente à emoção vai ser afectado e criar uma inflamação. Chama-se a isso um choque de arranque. Mas antes do choque de arranque existe um choque de programação que pode vir desde o nascimento, à concepção ou mesmo antes !

Os seres humanos que ficam doentes colocam sempre a mesma pergunta: Porquê eu ?

Porquê esta doença ?

Em função das crenças, estou eu a ser punido(a) de quê ?

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J-P Pantaléo: No meu entender, o mal-estar ou a doença,  é  o esforço que o corpo faz para se curar, desde que se esteja disponível para escutá-lo.

É costume ouvirmos dizer: sabe, esta doença fez-me apreender muitas coisas sobre mim, sobre a vida. É até triste dizer a felicidade que sinto hoje em dia, aprecio cada instante da vida!

Agora, vivo no presente e o mais possível de plena consciência.

 «Isto não é psicológico mas biológico»

 Mas então como faz para saber em que momento o choque de programação se instalou?

J-P Pantaléo: na descodificação dos sintomas e das doenças a escuta do paciente é a etapa mais importante... o paciente não sabe que sabe tudo sobre si !  

A parte a minha curiosidade e a experiência acumulada de há uns quarenta anos, existem diversos protocolos personalizados. 

Uma mesma doença pode ter a mesma tonalidade, mas não necessariamente a mesma história. Tudo isto é muito preciso, porque eu sou muito rigoroso. Gosto das explicações claras. Asseguro-me sempre de que o paciente  compreenda bem o que está em jogo na sua própria história. Seja ela amorosa, familiar ou profissional.

No entanto, devo confessar que, tenho um método que não consigo explicar a mim mesmo.

A esta prática chamei DATAÇÃO

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 Tenho curiosidade em ouvi-lo falar nesta prática (a Datação) !

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J-P Pantaléo: A datação não é uma terapia mas um método pessoal. Descobri esta possibilidade há 14 anos: fazer o levantamento das datas, desde o vosso nascimento, ou mesmo anteriores, as pessoas sabem as datas que os marcaram de modo consciente ou inconscientemente, desde há várias gerações (a memória celular não tem noção do tempo) e que têm uma influência negativa nos nossos actos de modo repetitivo durante todos os dias da nossa vida.

A Datação permite igualmente avaliar em que momento o programa da doença se iniciou.

A Datação permite-me ter terapias curtas e eficazes de modo a evitar recaídas. Posso dizer que em 83% das primeiras consultas o paciente encontra a resposta ao motivo da consulta e sai tranquilo.

Como chegou a este patamar? 

 Qual o seu percurso?

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J-P Pantaléo: Interesso-me pelas ciências humanas de modo autodidacta, para mim a natureza humana é demasiado complexa para ser abordada apenas na teoria. Portanto privilegiei uma prática no terreno, mais humanista, mais concreta, durante 40 anos. É preciso dizer que sou o resultado de um aborto falhado o que fez com que aumentasse a minha vontade de viver e de compreender. Nestes últimos 15 anos formei-me em Reflexologia, Bioenergia e na psicossomática clínica e humanista e também na Descodificação Biológica dos Sintomas e Doenças com o Doutor Salomon Sellam, Christian Flèche e Philipe Levy: fiquei realmente fascinado.

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Quais benefícios pode o paciente esperar duma consulta consigo ?

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J-P Pantaléo: Os benefícios são imensos, o facto de compreender com precisão o que verdadeiramente se passou é fundamental para retomar a sua vida nas mãos, uma vez que o olhar sobre si próprio mudou. O facto de compreender, permite ao paciente voltar a dar sentido à sua vida, sentir-se mais leve, mais seguro,  e sobretudo ver diminuir, entenda-se ver desaparecer, todos os sintomas. Nas doenças é a mesma coisa.

Então com esta disciplina que consiste na descodificação dos sintomas e das doenças pode curar  todo a gente?

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J-P Pantaléo: não faço parte das pessoas que pretendem curar todo o mundo, não acredito nisso. Sejamos claros com os leitores: Eu não curo ninguém .

A minha missão é ajudar o paciente no seu auto-questionamento,  fazer de maneira que ele se torne no seu próprio terapeuta. Existe, sim, toda a possibilidade de auto cura. Para que a cura aconteça, se quisermos usar este termo: o paciente de ter todo o poder sobre si mesmo. Para se ajudar a si próprio, ele pode escolher continuar comigo ou,​ experimentar outras práticas como o Yoga, a Meditação, o Reiki, não vou enumerar todas as terapias possíveis. Existem perto de 280.

Para mim, a partir do momento em que existe uma resposta à pergunta : porquê eu? Porquê esta doença? 50% do trabalho está feito. Depois disso o paciente tem de trabalhar ao seu ritmo no caminho da cura.

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Atenção : 

Qualquer que seja o seu trabalho, nunca cortar a ligação com o seu médico, nunca modificar um tratamento, ou suspendê-lo.